Sua criança já desenvolveu autoconsciência e está começando a se entender como uma pessoa integralmente constituída. Ela desenvolve preferências, se dá conta de que certas leis comandam o mundo e gradualmente entende o alcance e os limites de seu controle e do impacto de seu próprio comportamento.
A habilidade de influenciar o mundo, de ser a causa direta de acontecimentos, afeta sensivelmente a autoestima e o desenvolvimento do seu bebê. Ao descobrir seu poder, sua criança começará a fazer demandas - que você leia uma estória, empurre o balanço ou pegue um biscoito. Tudo isso será conseguido não-verbalmente, mas a mensagem será comunicada de forma muito clara!
A conexão do bebê com sua mãe ou com o cuidador primário se intensifica nesse estágio. Ela sente que está no centro do universo e expressa ciúme quando não é o foco das atenções. Por outro lado, sua independência e confiança aumentam. A mãe se torna uma base segura a partir da qual a criança explora o mundo e expande seus horizontes, voltando àquela base para um "refil" de encorajamento. Durante este período, a ansiedade decorrente da separação se manifesta fortemente.